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O caso Kindle

Foi noticiado, pela mídia, no mês de julho que a Amazon vendeu, inadvertidamente, reproduções não-autorizadas de livros eletrônicos. Ao perceber o equívoco, a empresa “entrou” remotamente no aparelho Kindle de cada um dos compradores e apagou aquelas obras da memória, reembolsando os consumidores pelo valor que havia sido gasto como os livros que “evaporaram” do leitor de e-books juntos com eventuais marcações ou anotações feitas nele. Leia mais...